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TRABALHOS RECENTES
Depois de uma fase dedicada ao figurativo, surgiu a necessidade de romper com os contornos definidos — não como rejeição da forma, mas como abertura à liberdade do gesto, à sugestão do invisível, por vezes ao surreal. A abstração não vem como corte, mas como continuação: um espaço para respirar, arriscar, experimentar mantendo alguns vínculos narrativos com o corpo e o simbólico.

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